LIVRO PSICOPATOLOGIA E SEMIOLOGIA DOS TRANSTORNOS MENTAIS PDF

O autor cita Charles Morris que traz trs campos distintos no interior da semiologia, so eles: a semntica que responsvel por estudar a relao entre os signos e os objetos; a sintaxe que estuda as leis e regras que regem as relaes entre os signos e os sistemas de signos; e a pragmtica que se ocupa das relaes entre os signos e os usurios. O signo considerado o elemento nucelar da semiologia, um sinal que est sempre provido de significado. Para a psicopatologia os signos que mais interessam so os sinais comportamentais e os sintomas. O signo dividido em dois elementos o significante e o significado. Para Charles Peirce nessa ltima forma h trs tipos de signo, o cone, o indicador e o smbolo. O autor trata tambm do sintoma psicopatolgico tanto como ndice como tambm sendo smbolo, que ao serem relatados pelo paciente se tornam smbolos lingusticos, recebendo o status de smbolo no momento em que nomeado pelo paciente.

Author:Shaktigrel Mojora
Country:Serbia
Language:English (Spanish)
Genre:Spiritual
Published (Last):24 April 2011
Pages:324
PDF File Size:4.6 Mb
ePub File Size:5.44 Mb
ISBN:344-6-27975-145-9
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O autor cita Charles Morris que traz trs campos distintos no interior da semiologia, so eles: a semntica que responsvel por estudar a relao entre os signos e os objetos; a sintaxe que estuda as leis e regras que regem as relaes entre os signos e os sistemas de signos; e a pragmtica que se ocupa das relaes entre os signos e os usurios.

O signo considerado o elemento nucelar da semiologia, um sinal que est sempre provido de significado. Para a psicopatologia os signos que mais interessam so os sinais comportamentais e os sintomas.

O signo dividido em dois elementos o significante e o significado. Para Charles Peirce nessa ltima forma h trs tipos de signo, o cone, o indicador e o smbolo. O autor trata tambm do sintoma psicopatolgico tanto como ndice como tambm sendo smbolo, que ao serem relatados pelo paciente se tornam smbolos lingusticos, recebendo o status de smbolo no momento em que nomeado pelo paciente.

A semiologia dividida em semiotcnica, onde se refere s tcnicas e procedimentos especficos de observao e coleta de sinais e sintomas, e semiognese que se trata do campo de investigao da origem, dos mecanismos, do significado e do valor diagnostico e clnico dos sinais e sintomas. No segundo capitulo o autor cita Campbel que define a psicopatologia como ramo da cincia que trata da natureza essencial da doena mental.

Em termos mais amplos pode ser definida como conjunto de conhecimento sobre o adoecimento mental do ser humano, um conhecimento que se esfora por ser sistemtico elucidativo e desmistificante. Na psicopatologia nunca se pode reduzir o ser humano a conceitos psicopatolgicos, sempre perder aspectos essncias do homem. Para a psicopatologia h trs tipos de fenmenos, os semelhantes so semelhantes em todas as pessoas; os em parte semelhantes se assemelham apenas em partes o fenmenos vivenciados por pessoas normais e pessoas com doenas mentais; e os fenmenos qualitativamente novos, diferentes so praticamente prprios apenas a certas doenas e estados mentais.

No terceiro capitulo o autor trabalha o conceito de normalidade em psicopatologia, assim ele traz vrios critrios de normalidade citados adiante, normalidade como ausncia de doena; normalidade ideal utopia; normalidade estatstica; normalidade como bem estar fsico, mental e social; normalidade funcional; normalidade como processo aspectos dinmicos do desenvolvimento psicossocial; normalidade subjetiva; normalidade como liberdade fenomelogica existencial; e normalidade operacional.

Conclui-se que os critrios de normalidade em psicopatologia variam em funo dos fenmenos com os quais se trabalham e tambm de acordo com as opes filosficas do profissional.

No quinto capitulo trata-se do diagnostico psicopatolgico, logo no inicio so colocadas duas posies extremas, a primeira de que o diagnostico no tem valor, que somente serviria para rotular pessoas diferentes e a segunda que o valor e o lugar do diagnostico so semelhantes assim na psicopatologia como em qualquer outra rea mdica. H no processo diagnstico uma relao dialtica permanente entre o particular, e o geral, assim o diagnostico deve ser considerado como ideias para o trabalho cientfico e conhecimento do mundo, mas no objetos concretos.

Aqui tambm colocada uma diviso de fenmenos em trs grupos, em relao possibilidade de classificao, so eles: aspectos e fenmenos encontrados em todos os seres humanos; aspectos e fenmenos encontrados em algumas pessoas, mas no em todas; e aspectos e fenmenos encontrados em apenas um ser humano em particular.

Conclui-se que um processo diagnstico deve ser confivel, vlido, com alta sensibilidade e especificidade. No sexto capitulo o autor trabalha as contribuies de algumas reas de conhecimento psicopatologia listadas abaixo: - Neurocincias: viso geral dos sistemas neuronais, funes e reas cerebrais, poro posterior do crebro recebe o mundo e poro anterior do crebro age sobre o mundo, hemisfrio esquerdo versus hemisfrio direito; - Neuropsicologia: estudo das funes cognitivas, e o sistema funcional complexo, sendo os trs grandes sistemas: tnus, recepo e programao, plasticidade neuronal; - Psicologia: psicopatologia como patologia do psiclogo, como psicologia do patolgico, psicopatologia como semiologia psiquitrica, e como propedutica psiquitrica.

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